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Trocou armas por pincéis para retratar belezas do RN – 24/01/2025 – Cotidiano

Na vizinhança da zona setentrião de Natal, Vatenor de Oliveira era divulgado porquê Caju. O artista plástico retratou em suas obras o fruto que se tornou símbolo de seu estado, Rio Grande do Setentrião. Levou para o mundo sua marca e ficou divulgado porquê o Pintor dos Cajus.

Em seus 50 anos de curso, foram inúmeras as sinais coletivas e individuais. Durante a vida, o artista também viveu em Novidade York), onde participou de diversas exposições, e passou por Paris (FRA), onde foi hóspede do fotógrafo Sebastião Salso.

“Vatenor considerava cada obra concluída porquê a sua melhor. Embora não tenha engrandecido uma específica, tinha grande carinho pelas produções iniciais de sua curso”, afirma o procurador de justiça Manoel Onofre de Souza Neto, 52, que atua porquê colecionador e curador de arte.

Vatenor de Oliveira Silva nasceu no dia 20 de março de 1953, em Natal. Era o mais velho de cinco irmãos e teve uma puerícia marcada pela pobreza. Nas memórias, guardava momentos às margens do rio Potengi e brincadeiras nas sobras dos cajueiros.

Aos 16 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde foi fuzileiro naval no início dos anos 1970. Depois, levou a família para morar com ele.

Em 1974, posteriormente deixar a Marinha, abriu um negócio de molduras na capital fluminense, onde empregou seus irmãos. E, ao conviver com artistas e intelectuais, porquê Rubens Gerchman e Roberto Magalhães, se envolveu com a arte ao ponto de debutar a pintar. Autodidata, dizia ter trocado as armas pelos pincéis e que tinha pasmo por Van Gogh.

Uma das razões para seu retorno a Natal foi Dulce, que conheceu por meio de um irmão. Dizia ter se seduzido pela morena, com quem se casou e teve uma filha. Também justificava a volta à sua terreno para contribuir para as artes plásticas na região.

Foi duas vezes diretor da pinacoteca do estado e exerceu diversos cargos na gestão cultural do município. Também foi assessor do inventário do ror das artes visuais da Instauração José Augusto.

Caju amava viajar com a mulher, que chamava de Maturi. Estava sempre em praias e algumas foram inspirações para quadros, porquê Redinha e Genipabu. Também gostava de tomar sua cerveja papeando com amigos. Entre os assuntos, sempre estavam arte, futebol e política.

Morreu no dia 11 de dezembro, aos 71 anos, por complicações de um AVC (Acidente Vascular Cerebral) hemorrágico.

Deixa a mulher, Dulce, 55, e a filha Gabriele, 18.

pilar.obituario@grupofolha.com.br

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